PERMACULTURE
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Sustainable: A society that balances the environment, other life forms, and human interactions over an indefinite time period.
Alternativas e Projetos Sustentaveis para: Energia; Qualidade do Ar; Economia; Qualidade de Vida e mais: Conservação da Natureza no Planeta. Procura-se: Opoio; Parcerias; Patrocinadores ou Investidores.

Managing holistically is reflected in a rich return of sustainable economic, environmental and social benefits. It is achieved with resources the land manager often already has in place.
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Whether land is used for ranching, organics production, food production in pastoral communities or public lands preservation, or even if it is unused, it can be returned to health and/or its productivity greatly increased without large infusions of cash, equipment or technology.Consulting and training that improves productivity and profitability, even in drought, using existing resources or proven technology..

PERMACULTURE IN PRACTICE
St. Andrews
Farming with nature
3 types of Permaculture
Details the rise and rise of the "Permaculture Concept"
Permaculture Ethics and Design Principles summary
"This is just great! It's wonderful to have people like this who can give so much to the world, it's strikes fear into the hearts of the CIA, NSA, and greed power elite who don't give a damn about the earth or the people, plants, and animals that inhabit it."
Characteristics of Permaculture
- Permaculture is one of the most holistic, integrated systems analysis and design methodologies found in the world.
- Permaculture can be applied to create productive ecosystems from the human-use standpoint or to help degraded ecosystems recover health and wildness. Permaculture can be applied in any ecosystem no matter how degraded.
- Permaculture values and validates traditional knowledge and experience.
- Permaculture incorporates sustainable agriculture practices and land management techniques and strategies from around the world. Permaculture is a bridge between traditional cultures and emergent earth-tuned cultures.
- Permaculture promotes organic agriculture which does not use pesticides to pollute the environment.
- Permaculture aims to maximize symbiotic and synergistic relationships between site components.
- Permaculture is urban planning as well as rural land design.
- Permaculture design is site specific, client specific, and culture specific.
(Source: Pilarski, Michael (ed.) 1994. Restoration Forestry. Kivaki Press, Durango, CO. p. 450.)
Permaculture is not limited to just plant and animal agriculture, but also includes community planning and development, use of appropriate technologies (coupled with an adjustment of life- style), and adoption of concepts and philosophies that are both earth-based and people-centered, such as bio-regionalism. Many of the appropriate technologies advocated by permaculturists are well-known.
Among these are solar and wind power, composting toilets, solar greenhouses, energy efficient housing, and solar food cooking and drying. Due to the inherent sustainability of perennial cropping systems, permaculture places a heavy emphasis on tree crops. Systems that integrate annual and perennial crops such as alleycropping and agroforestry take advantage of "the edge effect", increase biological diversity, and offer other characteristics missing in monoculture systems.
Thus, multicropping systems that blend woody perennials and annuals hold promise as viable techniques for large-scale farming. Ecological methods of production for any specific crop or farming system are central to permaculture as well as sustainable agriculture in general. Since permaculture is not a production system, per se, but rather a land use planning philosophy, it is not limited to a specific method of production.
Furthermore, as permaculture principles may be adapted to farms or villages worldwide, it is site specific and therefore amenable to locally adapted techniques of production. As an example, standard organic farming and gardening techniques utilizing cover crops, green manures, crop rotation, and mulches are emphasized in permacultural systems.
Yet, the use of the Keyline chisel plow, rotational grazing, the Aerway implement in no-till farming, and a whole number of other techniques are adaptable to farms working within a permacultural framework. The decision as to which "system" is employed is site-specific and management dependent. Farming systems and techniques commonly associated with permaculture include rotational grazing, agroforestry, swales, contour plantings, the Keyline method (soil and water management), hedgerows and windbreaks, and integrated farming systems such as aquaculture, intercropping, and polyculture.
Gardening and recycling methods common to permaculture include edible landscaping, keyhole gardening, companion planting, trellising, sheet mulching, chicken tractors, solar greenhouses, spiral herb gardens, swales, and vermicomposting. Water collection, management, and re-use systems like Keyline, greywater, rain catchment, constructed wetlands, aquaponics (the integration of hydroponics with recirculating aquaculture), and solar aquatic ponds (also known as Living Machines) play an important role in permaculture designs.
The word "permaculture" was coined in 1978 by Bill Mollison, an Australian ecologist, and his student, David Holmgren. It is a contraction of "permanent agriculture" or "permanent culture." Permaculture is about designing ecological human habitats and food production systems. It is an approach to land use which integrates human dwellings, microclimate, annual and perennial plants, animals, soils, and water management into stable, productive communities.
A central theme in permaculture is the design of ecological landscapes that produce food. Emphasis is placed on multi-use plants and the integration of animals to recycle nutrients and graze weeds. However, permaculture entails much more than just food production. Permaculture design concepts are being applied in urban as well as rural settings, and are applicable to single households or whole farms and villages. "Integrated farming" and "ecological engineering" are terms sometimes used to describe permaculture.
Alternativas e Projetos Sustentaveis para: Energia; Qualidade do Ar; Economia; Qualidade de Vida e mais: Conservação da Natureza no Planeta. Procura-se: Opoio; Parcerias; Patrocinadores ou Investidores.
O que é permacultura?
A palavra permacultura originou-se da expressão “permanent agriculture“, porém hoje, devido a sua maior abrangência, pode-se dizer que deriva da expressão “cultura permanente”. E por isso mesmo não é fácil defini-la em poucas palavras. Então vamos usar aqui uma definição formal apresentada há muito tempo atrás pelo próprio Bill Mollison, que juntamente com David Holmgren estão desenvolvendo a permacultura, desde o início dos anos 1970, na Austrália, unindo culturas ancestrais sobreviventes com os conhecimentos da ciência moderna.
Permacultura é um sistema de design para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos em equilíbrio e harmonia com a natureza.
- Bill MollisonA permacultura não se enquadra em nenhuma disciplina acadêmica, sendo na prática um arcabouço de conhecimento transdiciplinar, abrangendo desde agricultura, arquitetura, ciências naturais, economia solidária, etc.. E dentro de tudo isso o que ela trouxe de novo foi a sua metodologia de design.
Como elementos do design, a permacultura trata de plantas, animais, edificações e infra-estruturas (água, energia, comunicações), bem como, dos relacionamentos que podemos criar entre eles conforme sua composição em um terreno para criar ambientes humanos em harmonia com a natureza.
Simbolo da permacultura - O formato oval, do símbolo da permacultura, representa o ovo da vida; aquela quantidade de vida que não pode ser criada ou destruída, mas que é expressada e emana de todas as coisas vivas. Dentro do ovo está enrolada a serpente do arco-íris, a formadora da terra dos povos aborígines. No centro está a árvore da vida, a qual expressa os padrões gerais das formas de vida. Suas raízes estão na terra e sua copa na chuva, na luz do sol e no vento. O símbolo inteiro e o ciclo que representa, é dedicado à complexidade da vida no planeta Terra. (Extraído de “Introdução a Permacultura” de Bill Mollison)
A ética da permacultura
A ética da permacultura é baseada em três princípios simples e poderosos onde a palavra chave é o cuidado.
Depois de termos conquistado toda a Terra, a preço de pesado estresse da biosfera, é urgente e urgentíssimo que cuidemos do que restou e regeneremos o vulnerado. Desta vez ou cuidamos ou vamos ao encontro do pior. Daí urge passar do paradigma da conquista ao paradigma do cuidado. (Leonardo Boff, teólogo)
Princípios éticos da permacultura
* Cuidar da Terra
* Cuidar das Pessoas
* Partilhar os excedentes e definir limites para o consumo e reproduçãoCuidar da Terra fala do respeito a todas as coisas do planeta, sejam estas vivas ou não. É permitir e incentivar que todos os sistemas vivos possam continuar e se multiplicar. Cuidando dos ecossistemas, das espécies, das águas, dos solos e da atmosfera em todos os momentos de nossa vida, teremos assim um mundo mais saudável por mais tempo. Esse cuidado, esse respeito deve se refletir em nossa rotina diária, com decisães responsáveis. Que são atitudes que valorizam a vida, usando recursos de forma adequada não apelando ao consumismo exagerado e ao desperdício.
Cuidar das Pessoas é importantíssimo, pois apesar da espécie humana não ser a mais populosa do planeta, é a que mais causa danos e mais rapidamente. Portanto, se ao cuidarmos das pessoas, conseguirmos que todas recebam o básico para suas vidas, teremos um planeta com mais chances de se tornar sustentável. Essas necessidades básicas podem ser abrigo, alimento, tratamento de resíduos, educação, trabalho e relaçães humanas saudáveis.
Partilhar os excedentes e definir limites para o consumo e reprodução são atitudes que estão ligadas ao primeiro e segundo princípios. No caso da reprodução humana, este princípio nos coloca o desafio da paternidade responsável. E extende-se à reprodução de animais para consumo, que hoje está além do que o planeta pode suportar. Partilhar os excedentes significa redistribuir os recursos que temos além de nossas necessidades, como alimento, dinheiro, tempo, etc… e compartilhar recursos como máquinas e ferramentas de forma cooperativa. Sempre priorizando o fluxo em vez do acúmulo. Definir limites para o consumo é a base do consumo responsável.
Hábitos do consumo responsável (Cinco R):
* Recusar materiais e atitudes poluentes, tóxicas ou que degradem o ambiente na sua extração ou no seu descarte.
* Reduzir o consumo dos recursos, controlando com consciência nossas próprias necessidades e, principalmente, cortando os supérfluos.
* Reutilizar materiais e recursos em sua forma original, diminuindo o volume de resíduos que são jogados fora e evitando o gasto de energia para que sejam transformados em outros elementos.
* Reciclar materiais, agora chamados de “resíduos”, para que possam voltar ao início do processo como recursos (um novo ciclo).
* Restaurar o ambiente natural sempre que possível (na verdade, o ideal é evitar que o ambiente, natural ou construído, seja degradado em primeiro lugar – o que nos leva ao primeiro R de recusarFilosofia da permacultura
Ao fazer a pergunta “o que?” nos referindo a permacultura, encontramos como resposta os princípios que a norteiam.
O conjunto destes princípios é a filosofia da permacultura:
* Trabalhar com a natureza, não contra (diminui o esforço);
* Observar atentamente a natureza e transferir para o cotidiano (A linguagem dos padrões);
* Cooperar em vez de competir e integrar em vez de fragmentar;
* Pensar a longo prazo, sobre as consequências de nossas ações;
* Onde possível, utilizar espécies nativas da área, ou aquelas adaptadas sabidamente benéficas;
* Cultivar a menor área de terra possível. Planejar sistemas intensivos, eficientes em energia e em pequena escala;
* Praticar a diversidade policultural (garante a estabilidade);
* Reflorestar a terra, sistematizar a água e alimentar o solo;
* Ver soluções e não problemas;
* Trabalhar onde conta (plantar uma árvore onde irá sobreviver; auxiliar pessoas que queiram aprender).Design Permacultural
Ao sistematizar o arcabouço de conhecimentos da permacultura, Bill Mollison, reuniu muitos escritos de diversos autores. O que ele trouxe de sua autoria foi, principalmente, o sistema de design.
Usa-se a palavra Design, em inglês, porque não existe nenhuma palavra em português que, sozinha, dê o seu significado. Precisaríamos de uma série de palavras como: planejamento, desenho, projeto, … para dar algum significado semelhante. A palavra que mais se aproxima do verdadeiro significado de design é “composição”. Mas em outros contextos ela tem outros significados, portanto, fica design mesmo.
Design, em permacultura, é um sistema de composição de diversos elementos, estruturais, vegetais, animais e sociais visando a criação de um ambiente integrado para a convivência sustentável de pessoas.
Artigos publicados sobre design em permacultura:
* A linguagem dos padrões
* Círculo de bananeiras
* Sanitário Compostável
* Sistematização da água
Artigos de outros websites/blogs:
* Fundamentos da Permacultura (pdf) – David Holmgren
* Conceitos básicos de permacultura – André Soares
* Coleta de água da chuva e cisterna de ferrocimento – Tomaz Lotufo
Ecodesign – Permacultura
Planejamento EcológicoTradução: Juliano Riciardi
Um método para o processo de desenho
O esquema que se segue foi proposto durante o curso que se realizou em Can Bosc no mês de maio de 2003, a cargo de Morag Gamble e Evan Raymond fundadores do SEED Internacional na escola da ecoaldea de Crystal Waters, Austrália. Existem outros esquemas possíveis, mas no geral são equivalentes.
As distintas fases se podem descrever assim:
1ª Fase - Identificar
Representa o ponto de partida do nosso processo de desenho. Nesta fase trataremos de identificar com precisão quais são os motivos para realizar o desenho. Iremos reconhecendo todos os dados possíveis sobre o tema a estudar e trataremos de compreender seu contexto – geográfico, socioeconomico, energético, etc.
Por exemplo, desenhar uma maneira eficiente de aproveitar a agua da chuva , ou propor uma estratégia para o tratamento de resíduos de um assentamento, ou ajudar a desenhar uma estratégia para revitalizar a economia de uma pequena localidade ou ecoaldea.
Existem muitas maneiras de se conseguir os dados que nos interessam:
* preparando um questionário para entregar aos interessados em receber o desenho, onde se realizam perguntas sobre todos aqueles aspectos que se tem que ter em conta: estilo de vida, necessidades, hábitos alimentícios, entorno, clima, economia, etc.
* realizando entrevistas individuais com as pessoas “afetadas” pelo desenho, incluindo as crianças...
* realizando um exercício de visão com todas as pessoas, para averiguar que elementos comuns e que aspirações devem cumprir o desenho desde o atual momento até 5 a 10 anos em frente...
* pedindo uma lista dos resultados desejados e das coisas que se querem...
* passando um tempo no local de desenho e observar os processos naturais ou não, que se estão dando ali (por ex. atividades das águas pluviais sobre o terreno, ventos, rios, especialmente se contaminados, etc)
* propor visitas a outros lugares já desenvolvidos para ajudar a clariar as idéias
Observar
Identificar
Investigar
Evoluir
Opções
Desenho conceitual
Realização
Revisão
Reflexão
Estudar as Alternativas
Desenhar - um processo continuado
2ª Fase - Investigar
Nesta segunda fase do processo procuraremos conhecer todos os dados acerca do lugar e compreender suas potencialidades.
Para isso tentaremos:
* conseguir mapas de várias escalas do lugar, fotos aéreas,
* conseguir informações sobre a história passada do lugar (uso do solo, tradições, geologia, clima, etc.)
* perguntar para as pessoas que estão a muito tempo vivendo no lugar, as pessoas mais velhas da comunidade e dos arredores.
* conhecer a legislação local.
* realizar auditorias ambientais, sociais e energéticas.
* tratar de compreender quais são os pontos fortes do lugar e o que ali tem em abundância.
* fazer medições, etc
Em geral, se trabalhamos no comércio, pediremos a nossos clientes que nos facilite também todos os dados como mapas, partes metereológicos, fotos aéreas, analises da água, solo, etc. que se precise.
3ª Fase - Evoluir
Uma vez que todos os dados estão disponíveis:
* temos que começar a dar um sentido, analizá-los
* reuní-los, compará-los e organizá-los
* preparar um informe detalhado
* preparar uma mapa analítico do sítio onde se indiquem possíveis problemas ou situações e possíveis intervenções
* compreender as oportunidades do lugar, suas limitações e características
* deduzir
* Realizar uma análise de setores, dos pendentes e de redes
4ª Fase - Opções
Nesta fase, se apresentam aos receptores do desenho todas as alternativas que emergem da análise realizada na fase anterior, sem excluir alguma, esperando que isto ajude a individuar exatamente o objetivo que se pretende alcançar.
Também se tenta agrupar os elementos que surgiram das análises realizadas.
5ª Fase - Estudar as alternativas
Nesta fase se comprova a viabilidade das alternativas encontradas:
* se pode realizar uma analise dos elementos – suas necessidades, produtos e caracteríticas
* se comprova que seja adequado para o meio ambiente
* se comprova se vai aderir a visão dos receptores – se responde as necessidades expressadas
* se comprova sua viabilidade economica
* se vereficam os procípios de desenho e a ética
* se trata de antecipar os possíveis resultados
* se está construindo sobre os pontos fortes?
* se está adequado ao entorno??
* requer aportes mínimos???
Por exempo, todas estas comprovações se podem realiar com respeito a eventuais sistemas aquáticos, a gestão de pragas e dos maus,os excessos.
Um possível processo de desenho
6ª Fase - Desenho conceitual
Nesta fase é onde realmente começamos a agrupar todos os elementos uma vez escolhidos as linhas diretrizes do nosso desenho, havendo comprovado sua viabilidade nas fases anteriores. Aqui se produz um documento que explicita todas as partes do desenho e se darão indicações para realizá-lo com uma planilha de custos e a planificação temporal das várias fases necessárias para colocá-lo a caminhar.
Também se incluirá uma lista de bibliografias de textos e materiais necessários (e como consegui-los localmente)
Utilizaremos várias técnicas para realizar tudo isto:
zoneamento
diagramas de idéias
assemblagem casual de elementos
diagrama de fluxo
identificar aquelas opções chaves realizáveis
checar os princípios
umbricação e conexões entre elementos
integração com as construções
tomada de decisões sobre o que fazer
tratar de incluir todas as idéias do grupo
realizar uma representação do resultado e discutir entre todos
Realizar um projeto de desenho em todos os seus detalhes pode constituir um trabalho longo e laborioso. Neste projeto se deve explicar ao público como são abordados todos os temas, tratados em detalhes e porque esse desenho os ajudará a melhorar sua qualidade de vida, ajudar a solucionar os eventuais problemas existentes e melhorará o local de onde está instalado e seus arredores.
7ª Fase - Implantação
Finalmente chegamos no momento tão esperado o da realização. Nesta fase temos que levar em conta os seguintes aspectos:
saber como gestar o projeto
por em prática o desenho feito
ter claro os fluxos de trabalho e de temporização.
estabelecer ações e responsabilidades
ter acesso aos recursos necessários
contar com decisões e eleições óbvias
fazer com que o desenho evolua
8ª Fase - Observação
Apesar de estarmos mencionando a observação somente agora, o certo é que a observação é uma atividade que começa desde o primeiro momento e nos acompanha ao longo de todo o processo e o guia.
Desenvolver uma boa capacidade de observação é um dode de qualquer desenhista em permacultura e uma busca de qualquer pessoa que pretende viver e interagir em um (eco) sistema modelado sobre o fuincionamento dos ecossitemas naturais.
Assim, nos perguntaremos a cada momento, e especialmente uma vez realizada ações em nosso sítio, como o sítio responde a essas atuações ao longo do tempo.
Para sacar o sentido de nossas observações podemos:
manter um diário
fazer fotografias
e monitorar constantemente o sítio do desenho.
9ª Fase - Refletir
As observações contínuadas nos farão compreender quais coisas estão funcionando e quais não estão. Trataremos então de:
identificar os problemas e os exítos
compreender porque as coisas estão funcionando ou não
perguntar as pessoas que estão envolvidas ou afetadas
perguntar se há maneiras melhores de se fazer as coisas
chamar a todos os implicados a oferecer oportunidades
também cabe perguntar se necessitamos mais informação
10ª Fase - e por último, Revisar
Este é o momento em que repensamos e redefinimos as coisas. Para isso necessitamos:
abrir um processo de consulta com as pessoas envolvidas e com os agentes sociais,
podemos tentar provar outras opções
podemos redefinir as linhas de ações e as motivações
podemos chegar a repensar todo o projeto
podemos querer envolver novas pessoas
Mas o importante é que todo este processo se mantenha flexível e dinâmico, como os ecossitemas.
O (observação) => Observação do lugar, seus arredores, os fluxos de energia que os atravessão, etc.
B (Limites e recursos) => Limitações e recursos: registra-los e fazer um para com sua localização
R (research) => Investigar
E (examination and análisis) => Examinar e analisar os dados do sítio e outros
D (design) => desenhar
I (implement) => Realizar => realizar
M (monitoring, modification & maintenace) => Monitorar, modificar e manejarConclusões
Como se pode deduzir, um desenho de permacultura é um processo importante e não se pode improvisar.
Requer sem dúvida, que desenvolvemos toda uma série de habilidades que no curso natural de nossa educação estão fomentadas cada vez menos.
É notório, nos ambientes de permacultura, que quando queremos instalarmos em algum lugar, especialmente se este se encontra na natureza, é conveniente esperar pelo menos um ano antes de realizar desenho algum, justamente para dar esse processo de observação e recolhimento de dados na possibilidade de surgir coisas novas e que nos ajude a compreender as interações que ali estão se dando, sem as quais, estaremos destinados a recair na maneira habitual de fazer as coisas que tanto danificam a nossa mãe Terra....seremos capazes de esperar tanto???
FDOD = Análise de pontos fortes, pontos débeis, oportunidades e dasafios de uma situação.
PNI = Individuar os aspectos positivos, negativos, os interessantes de uma situação.
Análises de Necesidades = Se trata de individuar cada uma das necessidades e as maneiras de soluciona-las o mais localmente possível.Análises de Elementos = Individualizar Necessidades, produtos e características dos elementos chaves do desenho. Nos ajudará a conectar as necessidades de uns (inputs) com os produtos de outros (outputs). As caracter´siticas (o comortamento) nos ajudaram a saber como um elemento se pode utilizar de outras maneiras (multiplas funções).
Elementos nas Zonas = Estudar em que zonas colocar cada elemento, estudando quantas vezes se necessita visita-lo ao longo do ano ou quantas vezes necessitam nossa visita. Quantos mais visitas se necessitam mais perto da casa devem estar.
Análises de abundancias e limitacões = Identificar problemas, vantagens, abundâncias e soluções. É uma ferramenta muito útil tanto na fase de investigação como na fase de revisão.
Mandalla producão pelo Prof. Willy Pessoa.
Permaculture Design showing Zoning
Illustration by and Copyright April Sampson-Kelly inspired by PcSol
From Permaculturevisions website
Donald Christian
ONG Associação ABTC-BRASIL, a registered non-profit in Brazil, works with clients from a broad range of backgrounds and needs to fully utilize their site-based resources, turning problems into solutions. We harness the intelligence, efficiency and elegance of natural systems to create abundant, regenerative and beautiful farm designs, often based on current solar or wind energy. We serve all phases of project development from visioning and goal articulation to site selection, assessment and project management. Our work is based on both our clients’ needs and the qualities of their specific properties.
ESCOLA PERMACULTURA
Permaculture Design Courses - Portuguese, English, and French
Passeios - Cursos e Ingles, Frances, e Portuguese - conversa.
ACARI - 217 KM do Natal, Rio Grande do Norte, Brasil
Vai por a vista, Fica para a Cultura…
Capt. Donald Reid - ONG ASSOCIAÇÂO ABTC-BRASIL,
Projetista/ Consultor registrado IBAMA – Ministério do Meio Ambiente – como Técnico Federal N° 235492 “Uso de Recursos Naturais / utilização do patrimônio natural; Turismo / complexos turísticos e de lazer, inclusive parques temáticos”Doa por ajuda NGO/ONG Associação ABTC-BRASIL com despesas operaçais. Qualquer coisa ajuda.
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AGROECOLOGIA
A Agroecologia é uma nova abordagem da agricultura que integra diversos aspectos agronômicos, ecológicos e socioeconômicos, na avaliação dos efeitos das técnicas agrícolas sobre a produção de alimentos e na sociedade como um todo.
Pela WebRing.